Nasceu em Curitiba, Paraná, Brasil, em 1969. Vive e trabalha em Curitiba.

Expõe desde 1994. Participou de diversas exposições coletivas, entre elas: 8ª Bienal Nacional de Santos, 2002, São Paulo; “Metaforismos Visuais”,  2002, Ybakatu Espaço de Arte, Curitiba,PR; Bienal de Valencia 2007 “Encuentro entre dos mares” Valência, ES; “Pequeños Rituales Domésticos”, 2007, Galeria Cubo,Barcelona, ES; “Os olhos mágicos das Américas”, 2009, Museu Afro Brasil, São Paulo e “O Estado da Arte”, 2010, Museu  Oscar Niemeyer, Curitiba,PR; além de sete participações no Salão Paranaense no Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Participou das edições da ARCO Madrid em 2012, 2013 e 2014 e da SP Arte de 2012 a 2016. Entre suas exposições individuais destacam-se: “Consciência Expandida”, no Memorial de Curitiba, em 2007; “Galeria Abierta”, em 2008, Plaza Joan Miró, Barcelona,ES;  “Viu?”, 2011, Ybakatu Espaço de Arte, Curitiba-PR. “O que dizem as coisas”,  2012, Museu Afro Brasil, São Paulo, SP; “ Inventário”, 2014, MuMA, Curitiba,PR; TRIO Bienal,2016, Rio de Janeiro,RJ

 A obra de Washington Silvera nos remete a um trecho de Julio Cortázar, em Jogo da Amarelinha: “Quais coisas me parecem estranhas. As mais triviais. Sobretudo os objetos inanimados. Que me parece estranho neles? Algo que não conheço. Mas é justamente isso! De que diabo tirei esta noção de “algo”? Sinto que está aí, que existe. Produz em mim um efeito, como se quisesse falar.”

Assim são os objetos de Washington Silvera, produzem um efeito, como se quisessem falar. Contam histórias através da sua representação. São fábulas deles mesmos.

Texto de Maria Alice Vaz